Rússia: bombardeio de embaixada na Síria foi atentado terrorista

Fonte:Irã News

Um ataque com morteiros contra a embaixada russa em Damasco, capital da Síria, realizado por terroristas que pretendem derrubar o governo do país matou nesta quinta-feira (28) um civil sírio.

 

Fontes locais disseram à agência cubana Prensa Latina que em consequência da explosão de dois projéteis outros nove sírios, membros do corpo de segurança da Embaixada, ficaram feridos.

 

Moscou qualifica o bombardeamento da sua embaixada como atentado terrorista, exigindo que os culpados sejam castigados, segundo declaração do Ministério de Relações Exteriores da Rússia.

 

“Encaramos com indignação e enérgica condenação os bombardeamentos com morteiros, ultimamente cada vez mais frequentes, da parte central de Damasco pelos terroristas, inclusive do recinto da embaixada da Rússia. Qualificamo-los como atos de terrorismo, cujos autores e os que os incentivam e dirigem, deverão ser devidamente castigados”, assinala-se na informação do MRE da Rússia.

CNN censura entrevista do embaixador russo na ONU sobre Síria

Fonte:Irã News

A emissora estadunidense CNN censurou uma entrevista do embaixador da Rússia ante a ONU, Vitali Churkin, que referiu o considerável apoio do povo sírio ao presidente Bashar AL-Assad e a postura obstrucionista ao diálogo da chamada oposição externa.

 

Quem seguiu recentemente o programa do jornalista Christian Amanpour, da citada emissora, jamais souberam que na opinião de Churkin, são os próprios sírios que devem decidir se o presidente deve ou não fazer parte do processo de transição previsto para resolver o conflito armado que desestabilizou este país desde 33 meses.

 

Também não escutaram da boca do diplomata russo que uma grande parte da população síria, -segundo alguns estimados entre o 60 e 80 por cento-, apoia à al-Assad, algo que deve ser levado em conta, comentou a televisora internacional Russia Today. Do diálogo também foi suprimido um comentário sobre a tentativa de impor precondições ao diálogo pactuado para Genebra o próximo 22 de janeiro.

 

Ali as partes conflitantes e algumas potências tratarão de procurar uma solução negociada ao contencioso que tem custado à nação do Levante dezenas de milhares de vidas e a destruição de uma percentagem significativa de sua infraestrutura.

 

Governos ocidentais e de Médio Oriente, bem como a denominada Coalizão Nacional de Forças da Revolução e a Oposição Síria (Cnfros), fazem questão do tema de excluir ao governante sírio de um processo de transição e futuro governo.

 

Os espectadores da CNN também não conheceram os comentários de Churkin sobre os obstáculos que impõem os grupos mercenários e radicais islâmicos, amparados política, financeira, logística e mediaticamente por alguns governos regionais, à ajuda humanitária destinada à população civil na Síria, indicou a fonte.

 

O diplomata destacou desta forma que grupos opositores impedem em muitas ocasiões a evacuação de civis de algumas zonas, enquanto recordou que quando grupos de pessoas abandonam as zonas sitiadas, se deslocam aos territórios controlados pelo Governo.

 

Acho que isso é uma boa indicação de em quem confia a população, já que se trata da ajuda humanitária, disse Churkin, argumento que, não obstante, foi ignorado pela CNN ao transmitir os extratos da conversa.

 

A versão completa da entrevista foi publicada na página do Site da representação russa ante Nações Unidas.

 

Depois da transmissão da entrevista, o representante da Rússia ante a ONU declarou que seus comentários foram manipulados e que alguns sobre os temas mais relevantes, foram ocultados, salientou Russia Today.

 

Em diversas ocasiões, Damasco tem denunciado a guerra mediática que importantes meios de comunicação a nível regional e global desenvolvem para justificar e impulsionar a queda do governo, através de manipulações, falseamentos ou silêncios sobre a realidade no terreno.

Novos estudos reforçam evidências de ancestral siberiano dos índios

Fonte:Irã News

Estudos mostram que os primeiros habitantes da América –os paleoíndios– chegaram a este continente através da Beríngia, um istmo que, naqueles tempos, ligava a Sibéria ao Alasca Foto: Alamy/Legion Media

 

Após estudar um genoma de um antigo habitante da Sibéria do paleolítico superior, um coletivo de cientistas, entre os quais sete russos, obteve novos dados sobre épocas mais recuadas do povoamento de vários continentes, incluindo o americano.

 

Estudos mostram que os primeiros habitantes da América –os paleoíndios– chegaram a este continente através da Beríngia, um istmo que, naqueles tempos, ligava a Sibéria ao Alasca. O Altai é considerado a pátria genética dos primeiros americanos. Seus antepassados povoaram a Sibéria, tendo depois alcançado a América.

 

Os cientistas não sabiam com exatidão que genes dos povos do Velho Continente se aproximavam mais aos dos primeiros americanos. Em princípio, se sabia que o parentesco mais chegado deles seria com os habitantes do oriente asiático. A partir dos últimos estudos do DNA de distintos povos, os cientistas chegaram a novas conclusões sobre o processo de fixação dos índios antigos.

 

Coordenado por Maanasa Raghavan, da Universidade de Copenhague, o novo estudo se focou no genoma de um antigo habitante da Sibéria e o comparou aos genes de outros povos. As conclusões da investigação foram publicadas na revista “Nature”.

 

Os investigadores isolaram uma amostra do DNA do esqueleto de um antigo siberiano, com idade de cerca de 24 mil anos. O esqueleto fora encontrado durante escavações no distrito de Ussolski, na unidade federativa de Irkutsk, na estação arqueológica de Malta, de 1928 a 1958. Hoje em dia, repousa no museu Ermitage.

 

Os cientistas realizaram o sequenciamento do DNA do antigo siberiano e compararam a análise com genomas de 11 povos contemporâneos, além de quatro povos da Eurásia, antepassados dos hoje denominados maris, tadjiques, avaros e índios, bom como genomas do hominídeo de Denisova. Ficou demonstrado que o povo contemporâneo mais próximo dos antigos siberianos é o dos índios caritiana.

 

Deste estudo se conclui que os genes dos povos da Eurásia ocidental chegaram ao continente americano muito mais cedo do que se supunha até hoje, ou seja, no paleolítico superior, há mais de 24 mil anos. Além disso, os dados obtidos ajudam a explicar a razão por que os índios possuem haplogrupo X, que se encontra nos povos da Eurásia ocidental, mas inexistente no oriente asiático.

 

“O estudo se debruçou sobre os primórdios do povoamento dos continentes do planeta, especialmente das regiões da Sibéria e da América. Os resultados do estudo referem também, ainda que indiretamente, os problemas de origens das raças humanas, apesar de ser um tema que a comunidade científica internacional aborda com cuidado devido à refutação e ao abandono da noção de ‘raça’. Na realidade, se trata de um tema puramente biológico, relacionado com a adaptação das populações às condições de existência adversas em várias zonas climáticas do globo”, esclarece Ludmila Óssipova, co-autora dos estudos e chefe do Laboratório de Etnogenética Populacional do Instituto de Citologia e Genética da Academia de Ciências da Rússia.

 

A catedrática afirma que, apesar de os especialistas em genética terem estudado bem o povoamento mais remoto do nosso planeta, apesar de se conhecerem o delineamento das migrações antigas dos povos, “a vida é mais complexa do que qualquer esquema”.

 

“Por enquanto fica em aberto a questão de se saber em que fase da evolução se situam os processos de formação de raças, se na do Homo Sapiens ou mais cedo. Temos ainda muito que descobrir pela frente”, conclui a cientista.

 

Na opinião de Óssipova, os estudos a que nos referimos não só confirmam as hipóteses mais antigas da origem dos primeiros americanos, como proporcionam muitos conhecimentos fundamentais, como, por exemplo, sobre as migrações mais recuadas de europeóides no território da Sibéria.

 

China denuncia invasão aérea dos EUA em região disputada

Fonte:Irã News

O porta-voz do Ministério da Defesa Nacional da China, Geng Yansheng, afirmou nesta quarta-feira (27) que a China é capaz de controlar e administrar efetivamente a Zona de Identificação da Defesa Aérea do Mar do Leste. Yansheng respondeu a uma questão sobre a entrada de dois bombardeiros B-52 dos Estados Unidos nesta zona, no dia anterior, para sobrevoar as Ilhas de Diaoyu, disputadas entre o país e o Japão, no Mar do Leste da China.

 

A China vem advertindo o Japão contra posturas agressivas e apelando ao diálogo na resolução da disputa no Mar do Leste da China, onde as forças de autodefesa japonesas (Exército, Marinha e Aeronáutica de estatuto diferenciado desde a derrota na Segunda Guerra Mundial) têm conduzido operações em conjunto com os Estados Unidos.

 

A Zona de Identificação da Defesa Aérea do Mar do Leste é uma nova definição de espaço aéreo declarada no sábado (23), com o intensificar das tensões. O anúncio reflete o protesto da China contra os destacamentos de vigilância e inteligência reunidos pelos militares norte-americanos no mar e no espaço aéreo das fronteiras do país.

 

Para Alexander Neill, do Instituto Internacional para estudos estratégicos (IISS), citado pela emissora britânica BBC, a demarcação de uma zona de defesa área representa uma tomada de posição “que pode trazer riscos para a região”.

 

A medida, entretanto, enquadra-se no empenho do governo chinês de proteção da sua integridade territorial, sobretudo no tocante à disputa pelas ilhas Diaoyu (ou Senkaku, para o Japão).

 

Segundo o próprio Neill, a proximidade da 7ª Frota estadunidense e as operações regulares dos militares norte-americanos na zona de defesa chinesa mostram que os EUA ainda se contrapõem aos protocolos de identificação aérea exigidos pela China, e isto também pode ser aplicado aos militares japoneses.

 

Disputa histórica pelas Ilhas de Diaoyu

A disputa territorial pelas Diaoyu tem escalado recentemente. Os chineses afirmam que, de acordo com a Declaração de Potsdam sobre a rendição do Japão em 1945, as ilhas fazem parte dos territórios a serem devolvidos à China.

 

Entretanto, o Japão alega presença histórica no território. Segundo o pesquisador japonês Tadashi Ikeda, por exemplo, o país “sempre controlou as ilhas”, com a exceção do período de ocupação pelos EUA.

 

De acordo com a China, entretanto, documentos históricos revelam a presença chinesa nas ilhas desde o século 15, mas no final no século 19 (durante a Primeira Guerra Sino-Japonesa), o Japão anexou os territórios, no contexto da sua política colonialista e agressora contra a China.

 

O próprio Ikeda reconhece a “aquisição” dos territórios pelo Japão nesta época, alegando que o processo correspondeu ao direito internacional, “antes do Tratado de Shimonoseki”, que finalizou a Primeira Guerra Sino-Japonesa. A anexação de territórios tem sido rechaçada historicamente, sobretudo quando o processo é de ocupação militar, através do uso da força.

 

Além disso, em 2012, o governo japonês anunciou a compra das ilhas, que estavam sob controle privado desde que os Estados Unidos (que ocupavam o território desde o fim da Segunda Guerra Mundial) as repassaram aos japoneses, na década de 1970, na época da descoberta de potenciais reservas de petróleo na região.

CIA recrutou presos de Guantânamo durante governo Bush

Fonte:Pravda

Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, a CIA recrutou membros da Al-Qaida presos no campo de concentração da base ilegal estadunidense de Guantânamo em Cuba, para convertê-los em agentes duplos e enviá-los a seus respectivos países para ajudar os Estados Unidos a “caçar” terroristas.

 

Com esse objetivo foi estabelecida o que se convencionou chamar de Penny Lane, uma instalação secreta a poucos metros dos escritórios administrativos da prisão, informou o diário britânico The Telegraph, citando funcionários estadunidenses aposentados e na ativa.

 

Quando os detidos começaram a chegar a Guantânamo em 2002, a CIA viu uma oportunidade sem precedentes de tratar de identificar os líderes terroristas, e prometeu a alguns deles liberdade, segurança para suas famílias e milhões de dólares procedentes das contas secretas da agência.

 

Os candidatos eram transferidos das celas comuns da prisão para cômodas habitações em Penny Lane, desenhadas para que os réus se sentissem mais em um hotel que em uma cadeia, justificando assim o apelido de “Hotel Marriot” para o centro, e onde inclusive se fornecia a pedidos dos presos materiais pornográficos.

 

As fontes indicaram ao diário britânico que dezenas de prisioneiros foram avaliados, mas só uns poucos conseguiram cumprir os requisitos da CIA para o programa, que funcionou de 2003 até 2006.

 

“Embora a cifra de agentes duplos recrutados tenha sido pequena, o programa foi suficientemente significativo para atrair a atenção do presidente George W. Bush. Alguns dos reclusos que passaram por Penny Lane ajudaram a CIA a encontrar e eliminar muitos militantes da Al-Qaida”, indicaram as fontes.

 

Também há o caso de agentes duplos que pararam de cooperar com a espionagem americana, que também teria perdido o rastro deles.O maior temor de Washington é que os ex-agentes sejam capturados por outros países e forneçam detalhes sobre seus trabalhos a favor da CIA.

Mídia brasileira esconde assassinatos de jornalistas pelos terroristas sírios

Fonte:Pravda

Inúmeras ditaduras existem no Oriente Médio e todas elas parceria dos EUA. Mas do jeito que é o noticiário covarde e conivente da mídia nacional, dos alexandres, dos wallace e cia, fica no ar a impressão de que Bashar al Assad é um ditador temido e sanguinário. Enquanto isso, jornalistas são assassinados diariamente de montão pelos rebeldes sírios e os sacripantas aqui no Brasil raramente noticiam as mortes de  companheiros de profissão.
Damasco (Prensa Latina) Um franco-atirador dos grupos de extremistas islâmicos que atuam na Síria escolheu como alvo Murhaf Ruaa, uma jornalista do canal Al-Alam, quem cobria os combates no país.

 
A má pontaria do terrorista da Al-Qaeda possibilitou que Ruaa salvasse a vida, ainda que, ferida, tivesse que ser internada em um hospital. Outros repórteres que cobrem a guerra desatada contra a Síria por potências como os Estados Unidos, Arábia Saudita, Turquia e Catar, entre outros países, tiveram pior sorte.

 
Com particular sanha, os mercenários armados centram-se em co-responsáveis da televisão síria, pois suas emotivas reportagens desnudam de uma maneira gráfica inegável os desmandes da chamada oposição armada. Assim, em abril de 2012, membros da Frente Al -Nusra, ramo da rede Al-Qaeda, sequestraram o jornalista e apresentador da TV síria Mohammed Al-Sayed. Um mês mais tarde o decapitaram e publicaram a notícia na Internet, em um ato que agências ocidentais costumam qualificar de simples “excessos”.

 
Na localidade de Qusseir, os extremistas islâmicos fizeram uma emboscada contra Yara Abbas, co-responsável do canal noticioso sírio Al-Ikhbariya, assassinando-a junto com seu câmera. Ela tinha conquistado os corações dos telespectadores com suas reportagens das frentes de combate, onde previamente tinha sido ferida.

 
Também o jornalista Hassam Mhena, estabelecido pela Al-Ikhbariya na cidade de Alepo ao norte, foi alvo dos armados: matou-o um suicida enquanto cobria com sua equipe de filmagem uma festa escolar em honra a uma estudante que tinha aprovado o bacharelado com boas notas. Não foi a única vítima desse atentado.

 
Em julho deste ano, os mercenários armados mataram ademais os documentaristas iranianos Esmail Heidari e Hadi Baqbani nos arredores de Damasco, onde em setembro de 2012 esses grupos tinham assassinado Maya Naser, co-responsável da PressTV.

 
Outro repórter atacado, mas com melhor fortuna, foi William Parra, da TeleSul, a quem lançaram um balaço em um joelho em setembro passado. Realmente atiraram-lhe bem mais, mas teve a oportunidade de proteger-se enquanto o Exército Sírio ia resgatá-lo.
Meses antes, estouraram um carro-bomba embaixo do apartamento de um profissional da informação sírio, e ainda que tenha salvo sua vida, a explosão matou vários civis em seu bairro.

 
E em suas tentativas de calar as vozes que lhes são adversas, os terroristas também apontam a alvos coletivos. Em junho de 2012 um atentado contra a sede da Al-Ikhbariya causou a morte de oito trabalhadores e a destruição de todo o local. Vários ataques com morteiros contra a agência SANA, bem como o lançamento de dois carros bombas conduzidos por suicidas em outubro contra o edifício da televisão síria, agregam-se a essa longa lista.

 
Inclusive, vários jornalistas assassinados ou sequestrados na Síria tinham penetrado de maneira ilegal no país para reportarem do lado dos irregulares armados, contra o Governo.

 
UMA POLÍTICA CALCULADA
Os motivos de semelhante política de terror contra os meios de informação e seus principais protagonistas, os jornalistas, podem rastrear-se até o início do conflito em 2011. Por essa época, junto com a entrada de mercenários e extremistas islâmicos por nações vizinhas, desatou-se uma intensa guerra mediática contra o governo sírio, ao qual muitos meios de imprensa e canais de satélite como a Al-Jazeera tentavam apresentar como autor dos massacres e outros atentados contra a população do país.

 
Nessa frente, os grupos de extremistas islâmicos jogavam seu papel: enquanto por uma parte colocavam suas mensagens e relatos de combates favoráveis a eles nas redes sociais, por outra tratavam de “silenciar” os jornalistas e comunicadores que divulgavam a outra cara da moeda. Preparava-se assim à opinião pública mundial para qualquer tentativa posterior de invasão militar a grande escala. Dessa maneira, de acordo com um recente relatório do Repórteres Sem Fronteiras (RSF), na Síria morreram depois de dois anos de guerra 25 jornalistas, enquanto outros 16 permanecem sequestrados por grupos jihadistas.

 
Em seu relatório “Jornalismo na Síria – Missão impossível?”, essa organização, com uma agenda pouco objetiva dobrada aos interesses de potências ocidentais, qualifica a Síria como o país mais perigoso para o trabalho jornalístico em todo mundo nestes momentos.
E ainda que algumas agências de notícias e o próprio RSF persistam em responsabilizar a Damasco por parte dessas mortes, a realidade é obstinada, e revela, cada vez mais, a verdadeira autoria desses fatos

Fábrica de novos mísseis antiaéreos inaugurada no Irã

 

Fonte:Voz da Russia

No Irã foi inaugurada uma fábrica para a produção de sistemas de mísseis antiaéreos Sayyad-2 (Caçador-2).

 

O Sayyad-2 é uma versão modernizada do sistema antiaéreo da geração anterior Sayyad-1, informou na cerimônia de inauguração da fábrica o ministro da Defesa do Irã, Hossein Dehghan.

 

O ministro explicou que “o novo sistema antiaéreo foi projetado usando as tecnologias mais avançadas e é capaz de atingir helicópteros, drones e outros alvos aéreos”.

 

Dehghan informou igualmente da conclusão dos trabalhos de desenvolvimento do sistema de mísseis antiaéreos Talash, cujo objetivo é “a defesa contra caças e bombardeiros inimigos”.